MG-8 fechada: zero casos a verificar em 420
332 casos verdes no Firebase (22 arquivos), 244 de widget sem nenhuma asserção
alterada pela migração. As 38 stories da fase 1 em 100%, conferível por
python3 docs/cobertura.py.
397 verificados com o id na stack nova, 22 reescritos com justificativa, 1
cancelado, 0 a verificar.
Três formas de trabalho, e só uma é "escrever teste"
Reexecutar a regra mantendo o id de origem foram 130 casos novos em sete arquivos
de paridade. Etiquetar teste que já existia e passava foi a maior parte do resto —
e não é fachada: sem o id ninguém consegue dizer se o caso do plano está coberto ou
se o teste é sobre outra coisa, e é essa resposta que autoriza desligar o NestJS.
Registrar o que deixou de existir foram os 22 do grupo B, cada um com o que passou
a valer no lugar; a justificativa mora no documento e o script a lê de lá, porque
"reescrito e registrado" só é honesto com a justificativa ao lado.
Uma divergência real de comportamento em toda a migração
CV-4-01, achada e corrigida. Todo o resto foi mudança de mecanismo — registrada — ou
defeito do próprio teste.
E os defeitos de teste foram mais numerosos que os de produto, o que é um dado
sobre o tipo de sistema que isto virou. Cinco padrões, todos documentados nos
arquivos onde apareceram: espera pela categoria em vez do efeito; espera por um
passo anterior ao que se quer medir; cenário impossível de alcançar pelo produto;
contagem global onde o caso controla só um pedaço; e timestamp recalculado a cada
chamada, que faz o produto parecer ter mudado o que ninguém mudou.
Nenhum deles é sobre o Firebase. São sobre escrever teste de sistema assíncrono e
compartilhado.
Co-Authored-By:
Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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