- Aug 08, 2026
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Igor Matheus authored
Eu tinha dito que não havia alerta de orçamento no projeto. Havia — o Firebase cria um de R$ 25 ao ligar o Blaze, e eu afirmei o contrário sem conferir. Conferir foi o que mostrou. O que faltava não era o alerta, era avisar cedo: ele começava em 50%, e R$ 12,50 de gasto inesperado já é um dia inteiro de loop rodando. Agora avisa em 20%, 50%, 90% e 100%. Cheguei a criar um segundo orçamento antes de listar os existentes e apaguei em seguida: dois disparam e-mail nos mesmos patamares, e alerta repetido é alerta que se aprende a ignorar. Registrado no README que alerta não é teto — ele avisa e não desliga nada. O que segura de verdade é o que já existe: limpeza das imagens em 3 dias, agregado materializado no ranking e gatilho que não reage a escrita igual. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
Pedido do dono. O escudo vem da fonte oficial (v4 traz `crest`), é guardado como URL no jogo e desenhado na linha ao lado do nome — que continua lá, porque escudo sozinho não identifica time para quem não acompanha. Quase todo caso de teste é sobre o escudo faltando Escudo é enfeite; prazo e placar não são. Sem URL na fonte, imagem fora do ar, rede caída, jogo gravado antes desta story: em todos, a linha continua palpitável. O espaço é reservado antes da imagem chegar, senão a linha pula quando ela carrega e o dedo que ia para o campo de placar erra o alvo no meio do caminho. "Carregando" e "falhou" mostram a mesma coisa de propósito — a inicial do time. Desenhos diferentes chamariam atenção para o enfeite justamente quando ele deu errado. E PP-11-04 roda de graça em toda execução: em teste de widget a rede é bloqueada, então a imagem sempre falha; o caminho de erro é o caminho padrão. Três decisões de backend A URL é guardada, não a imagem: escudo de clube muda de tempos em tempos, e uma cópia no nosso storage envelheceria sem ninguém perceber. Só https entra, porque http seria bloqueado pelo Android em release. E campo ausente vale como campo nulo na comparação da sincronização — sem isso, todo jogo sem escudo seria reescrito a cada volta do job, acordando apuração e sigilo por nada. Foi o MG-6-07 que cobrou. 336 casos no Firebase, 269 de widget. Falta a verificação em device com a rodada real, que depende de a sincronização passar e preencher os jogos já gravados. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
Pedido do dono ao usar o app pela primeira vez. Saíram três ícones sem rótulo da barra e entrou um menu com as ações nomeadas: histórico e títulos, entrar por convite, sair. O que a mudança resolve além do pedido: "sair" e "entrar por convite" eram duas setas parecidas apontando para lados opostos, a poucos milímetros uma da outra. A mais perigosa das duas era a mais fácil de acertar por acaso ao mirar a outra. Sair ficou separado por um divisor, e o CC-11-04 mede a distância entre os dois itens. Não é firula: é o único jeito de o caso falhar se alguém reorganizar o menu e encostar as duas ações de novo. O caso que protege o produto é o CC-11-05: a lista vazia mantém o botão de entrar por convite na tela. Quem chega por convite não sabe o que o app é e não vai procurar num menu — esconder esse caminho trocaria arrumação por uma pessoa a menos, sem quebrar teste de regra nenhum. Nenhum caso CC-10-* precisou mudar, que era o sinal combinado de que a mudança não foi além do pedido. 263 casos de widget, analyze limpo, menu conferido em device contra o projeto real. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
A tela de regras continuou quebrada depois da primeira correção. O log de produção deu a resposta: a consulta jogos where competitionCode== and matchday>= and matchday<= ordena implicitamente por matchday, __name__, e o índice que existia tinha kickoffAt no meio. Eu acreditava que um índice de três campos serviria a consulta de dois por prefixo. Não serve. E a mesma crença estava nas duas pontas: ela criou o defeito — declarei (competitionCode, matchday, kickoffAt) achando que cobria — e depois impediu o script de acusá-lo, porque o serve() aceitava campo a mais no fim. Ferramenta escrita por quem tem a crença errada herda a crença. Corrigido nos dois: o índice de dois campos foi declarado e publicado, e o script passou a exigir correspondência exata. Com a regra estrita ele acusa exatamente a consulta que continuava quebrando. Tela de regras verificada funcionando em produção, com o próximo prazo e o aviso de regras travadas. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
Avisos, palpites do jogo e ranking quebravam no projeto real com a suíte inteira verde. O motivo é estrutural e vale mais que o defeito: o emulador do Firestore não exige índice composto — ele responde qualquer consulta. Em produção a mesma consulta falha com "The query requires an index". Os 334 casos diziam a verdade sobre a regra e nada sobre a infraestrutura da consulta, porque todos rodam no emulador de propósito. Rodar teste contra produção seria pior. O mais instrutivo dos três: o índice de palpites existia só no escopo de grupo, declarado para a Function do sigilo. A consulta do app é quase idêntica e precisa de outro, de coleção. Duas consultas parecidas, dois índices diferentes, e a diferença não aparece em lugar nenhum do código. A verificação virou script sem credencial: scripts/conferir-indices.py compara cada consulta do app e das Functions com o firestore.indexes.json. Escrito depois do defeito e testado contra ele — removendo os três índices, acusa os três. Índices publicados no projeto real. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
APK de release apontando para bolao-raro-4382d, versão 1.0.0 (1). Sem testadores no comando: subir binário é barato de desfazer, convidar gente não — quem recebe é decisão de quem tem o contexto, não do script. O scripts/distribuir.sh usa o assunto do último commit como nota de versão por padrão, e só libera para grupo quando alguém pede explicitamente. Registrado no build.gradle.kts que a assinatura é a de debug: serve para o App Distribution e não serve para a Play Store, nem para atualizar por cima de uma versão assinada de verdade. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
A rule deixava qualquer autenticado criar o documento do bolão, exigindo só que ele nascesse coerente — criador certo, sem encerramento, sem travas. É o que uma rule consegue exigir, e não é o que torna um bolão utilizável. Rule não busca na fonte oficial. O bolão criado por esse caminho nascia sem jogos: ninguém palpita, o convite é recusado, e o dono só descobre pelo grupo reclamando. O próprio CC-1 chama isso de pior estado possível. Criar passa a ser só pela callable, que traz os jogos antes de escrever qualquer coisa. Segunda vez que a mesma lição aparece na MG-2 Em 07/08 foi o update — a trava do CC-3 que a rule não consegue verificar, porque ela não sabe se já existe palpite. Agora foi o create. O padrão: rule é boa para checar o documento que está sendo escrito e cega para tudo que está em volta. Onde a regra depende do que existe fora dele — jogos, palpites, contagem de admins —, o lugar é a callable. MG-2-14 e MG-2-17 inverteram, com o motivo no comentário. A exceção que deixava o criador montar o próprio vínculo saiu junto: a callable escreve bolão e membro na mesma operação, e um caminho a menos é uma regra a menos para contornar. 334 casos no Firebase, 257 de widget, 5 em device. Rules publicadas. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
Nenhum arquivo do app importava dio nem citava http://. A dependência declarada dava a impressão contrária a quem lesse o pubspec — dependência não usada mas declarada é documentação errada. 257 testes de widget e analyze limpos depois da remoção. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
257 testes de widget, 332 no Firebase, 5 em device. 9 dos 12 casos do plano executados; os três que faltam estão nomeados, não escondidos. O caso que decide não é o caminho feliz É o AC-4-02: e-mail sem conta responde igual a e-mail com conta. Ele é difícil porque os dois ambientes discordam — em produção, com a proteção de enumeração ligada, o Auth devolve sucesso para e-mail inexistente; no emulador devolve user-not-found. Repassar o erro faria a tela dizer "não achei esse e-mail" em desenvolvimento sempre e em produção nunca: o primeiro é vazamento, o segundo é comportamento que ninguém testou. O repositório engole user-not-found e invalid-email, e o caso em device existe para proteger esse engolir. Dois casos inverteram, e os dois eram bons testes AC-2-09 ("não oferece esqueci minha senha") e AC-1-11 ("avisa que não há recuperação") protegiam a decisão de 03/08 de não prometer o que não existia. Quando a funcionalidade chegou, o que eles protegiam virou mentira e eles falharam — que é exatamente o trabalho deles. Reescritos com o motivo da inversão no comentário, como o MG-2-07. Um defeito de tela: o botão ficava girando enquanto o diálogo estava aberto, porque o estado de "enviando" só caía no finally. A tela nunca assentava e o indicador mentia — o envio já tinha terminado. Três tasks ficam abertas de propósito. BE-1 e BE-2 são clique de console, e marcar como feito o que não cliquei seria mentir no controle. E a FE-4 mudou de natureza: ela supunha tela de troca de senha nossa, mas o link abre página hospedada pelo Firebase — a decisão que resta é de produto, aceitar a página dele ou hospedar a nossa, e um checkbox esconderia essa escolha. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
A story foi cancelada em 03/08 porque não havia serviço de e-mail, e a decisão estava certa naquele dia — montar entrega de e-mail para uma POC era caro. O que mudou não foi a prioridade: foi o preço. Com o Firebase Auth e o Identity Platform já ligados, o envio, o link com expiração, a tela de troca e a invalidação da senha antiga vêm prontos. O que a story protege Recuperação é o caminho mais fácil de vazar quem tem conta: a tela de login foi fechada contra enumeração, e se esta responder diferente para e-mail conhecido o problema volta pela porta ao lado. Por isso o critério é resposta idêntica com e sem conta. E ela muda uma premissa, não só adiciona tela. AC-1, AC-2 e AC-3 foram escritas assumindo que perder a senha custa a conta — AC-3 inteira se justificava assim ("sessão que cai sozinha custa uma conta perdida"). A sessão persistente continua valendo; deixa de ser a única rede. O aviso de "não há recuperação de senha" sai junto com a entrega: aviso que sobrevive à funcionalidade é pior que não ter tido. O PRD de identificação e acesso reabre: 3/4 stories, 26/35 tasks. Um PRD concluído que volta a aberto é o comportamento certo do controle — fechar é sobre as stories que existem, e passou a existir mais uma. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
251 testes de widget, 332 no Firebase, 4 em device. O lembrete de prazo saiu do papel quase dois meses depois de a story ser escrita: o que a travava era a credencial do FCM, e ela chegou com o projeto real. O deep link anota, não navega Com o app fechado, o toque na notificação chega antes de existir tela, sessão ou rota — navegar ali é navegar para o nada. O push guarda o poolId e a tela inicial consome quando já pode abrir. É o mesmo desenho do convite pendente, e pelo mesmo motivo. Bolão que não está mais na lista (saí, fui removido) não abre: push antigo levaria a uma tela vazia, e ficar na home é a resposta certa. Permissão negada não trava nada, e o teste força isso com o serviço de push explodindo — promessa que depende de o outro lado se comportar não é promessa. PP-10 OPS-1 fecha, e ela era a mais antiga "Hospedagem que não hiberne o processo de polling" foi o requisito que motivou a migração inteira. O Cloud Scheduler não dorme. Uma task de infraestrutura que sobreviveu a duas fases e fechou trocando de arquitetura, não de fornecedor. Nenhuma credencial no repositório (MG-6 OPS-3): o token da fonte vive em functions/.env.local para o emulador e no Secret Manager para produção; as credenciais do app ficam em .env.firebase — não por serem secretas, a chave de API viaja em todo APK, mas para o código não amarrar o app a um projeto só. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
App Android registrado em bolao-raro-4382d, 31 Functions no ar em southamerica-east1, rules e índices publicados. O sincronizarComAFonte e o lembrarPrazoFechando estão no Cloud Scheduler — o que fecha a PP-10 OPS-1, aberta desde o começo do projeto. O push entrega, não cria O gatilho escuta usuarios/{uid}/avisos e manda o que já está lá. Se a entrega falhar, ninguém perde informação: o aviso continua no app. É o que mantém PP-8-08 e PR-7-09 verdadeiros com o push desligado, e é por isso que permissão negada é resposta e não erro. Token que o FCM recusa em definitivo é apagado na hora — app desinstalado deixa token que faz toda entrega futura gastar tentativa e voltar erro. Um defeito grave que o teste de push encontrou de lado Ao escrever o teste do registro, o cold start apareceu quebrado: restaurar() ainda perguntava "há accessToken guardado?", e esse campo era a credencial do backend antigo. Com o Firebase Auth ninguém escreve mais nele — então a pergunta tinha uma resposta só, null, e o app mandava para o login todo mundo, sempre, logado ou não. O teste que deveria pegar isso passava: ele injetava um token no armazenamento, cenário que não existe mais em produção. É a mesma armadilha de MG-7-64 — cenário impossível de alcançar pelo produto — agora do lado do app. Quem sabe se há sessão passou a ser a camada de autenticação. O .env das Functions virou .env.local O deploy publica o .env como variável de ambiente comum, e o token colidiu com o Secret Manager: "Secret environment variable overlaps non secret". O .env.local é lido só pelo emulador e nunca é publicado — que é exatamente o que se quer de um segredo local. Documentado no README com a tabela das duas casas. E a rule souAdmin saiu: ela ficou sem uso quando toda ação de admin virou callable, e rule morta é armadilha — alguém lê e acha que existe checagem ali. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
O bolao-backend/ foi removido. Nenhuma regra mudou de conteúdo — mudou quem a aplica, e a tabela completa está em docs/prd/migracao-firebase.md, porque o histórico do git responde "o que saiu" e não responde "para onde foi". O resumo: prazo e sigilo viraram security rule; pontuação, classificação e sincronização viraram Function; a lista da tela inicial virou índice mantido por gatilho; e o palpite continua escrita direta, porque é o caminho quente e Function no meio somaria cold start ao momento em que todo mundo palpita junto. Por que só agora Enquanto o NestJS existia, ele era o oráculo: dava para comparar comportamento em vez de supor. Foi assim que a única divergência real da migração (CV-4-01) apareceu como divergência, e não como "sempre foi assim". Remover cedo teria sido mais rápido e teria custado essa referência. Três testes passavam fazendo HTTP de verdade Este é o achado da story, e não estava previsto. Os dublês de teste herdavam da implementação HTTP e sobrescreviam só o que o caso precisava — método não sobrescrito ia para a rede. CC-1-09, CC-2-03 e CC-10-12 navegavam para a tela da rodada, que chama rodada() ao montar; a chamada falhava por rede, a exceção morria no catch da tela, e a asserção era sobre a tela anterior. Havia HTTP num teste de widget, e ele dependia de o servidor estar fora do ar para passar. Com o ApiClient removido, os falsos passaram a herdar de um dublê base que lança UnimplementedError com o nome do método faltando. Os três caíram na hora e ganharam o método que a tela realmente chama. Herança conveniente esconde dependência. O ApiClient saiu junto (MG-7 FE-6), com as cinco implementações HTTP, o API_URL e a chave --dart-define=BACKEND. Verificado em device com o NestJS já removido: 332 casos no Firebase, 244 de widget, 4 em device contra a fonte oficial, analyze limpo. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
332 casos verdes no Firebase (22 arquivos), 244 de widget sem nenhuma asserção alterada pela migração. As 38 stories da fase 1 em 100%, conferível por python3 docs/cobertura.py. 397 verificados com o id na stack nova, 22 reescritos com justificativa, 1 cancelado, 0 a verificar. Três formas de trabalho, e só uma é "escrever teste" Reexecutar a regra mantendo o id de origem foram 130 casos novos em sete arquivos de paridade. Etiquetar teste que já existia e passava foi a maior parte do resto — e não é fachada: sem o id ninguém consegue dizer se o caso do plano está coberto ou se o teste é sobre outra coisa, e é essa resposta que autoriza desligar o NestJS. Registrar o que deixou de existir foram os 22 do grupo B, cada um com o que passou a valer no lugar; a justificativa mora no documento e o script a lê de lá, porque "reescrito e registrado" só é honesto com a justificativa ao lado. Uma divergência real de comportamento em toda a migração CV-4-01, achada e corrigida. Todo o resto foi mudança de mecanismo — registrada — ou defeito do próprio teste. E os defeitos de teste foram mais numerosos que os de produto, o que é um dado sobre o tipo de sistema que isto virou. Cinco padrões, todos documentados nos arquivos onde apareceram: espera pela categoria em vez do efeito; espera por um passo anterior ao que se quer medir; cenário impossível de alcançar pelo produto; contagem global onde o caso controla só um pedaço; e timestamp recalculado a cada chamada, que faz o produto parecer ter mudado o que ninguém mudou. Nenhum deles é sobre o Firebase. São sobre escrever teste de sistema assíncrono e compartilhado. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
312 casos verdes no Firebase. Cobertura com o id em 335 de 420 (80%). Oito stories em 100%: CC-3, CC-5, CC-6, CC-8, CC-10, PP-6, PP-7 e PR-1. PP-8 estava em zero por um motivo que não era o dela O mapa de cobertura dizia 0/12, e a nota dizia "bloqueado por MG-6 BE-3/BE-4". O que bloqueava de verdade era só o BE-4: push é entrega, e decidir quem lembrar não depende de entregar. Escrito o job (BE-3), PP-8 foi a 8/12 — sobra permissão de notificação, deep link e iOS, que são device e credencial. Isso é o mapa fazendo o trabalho dele: ele não só conta, ele mostra onde a conta estava errada. O aviso vai para o Firestore, que é o canal que sempre existe. É literalmente o critério de PP-8-08 — sem push, o lembrete continua legível no app. O job decide na hora, não agenda: olha quem ainda não palpitou nos jogos que fecham nas próximas 2 h. É isso que faz "palpitou no meio do caminho" cancelar o lembrete sozinho, sem precisar de cancelamento. E aviso e marca vão na mesma escrita: se só a marca gravasse, a pessoa nunca seria lembrada; se só o aviso, seria lembrada a cada meia hora até o apito. Mais 30 casos de tela ganharam o id: regras, avisos, home, participantes, ranking e extrato. E um teste meu contava lembretes do mundo inteiro, incluindo os bolões que outros arquivos deixaram com jogo prestes a começar — passou a contar os do bolão que ele mesmo montou. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
304 casos verdes no Firebase. Cobertura com o id em 297 de 420. CC-5, CC-8, PR-1 e PR-6 fecharam em 100%. Entrou o que acontece com o palpite quando o mundo muda embaixo dele: adiamento reabrindo o prazo sem apagar o palpite, antecipação fechando mais cedo, adiamento para o passado que não reabre, mesmo horário na fonte que não conta como adiamento, job parado recuperando o atraso e fonte fora do ar que não corrompe o que está guardado. Dois testes meus mentiram de formas novas PP-10-01 acusava o produto de alterar horário que ninguém alterou: o ajudante gerava Date.now() + deslocamento a cada chamada, então "o mesmo horário" eram instantes diferentes por alguns milissegundos. Base de tempo fixa por arquivo. MG-7-45 e os cenários de CV-5 plantavam a classificação à mão e passavam por acidente — nada recalculava o agregado fora da apuração. Com a correção de CV-4-01, a entrada de participante passou a recalcular, e a linha plantada virou zero. MG-7-45 passou a conquistar os pontos (palpite, jogo terminado, apuração), que é o cenário que o produto alcança; CV-5, que verifica leitura, espera o recálculo assentar antes de plantar. A lição é a mesma nas duas: teste que passa por acidente é dívida com juros — ele cobra no dia em que o produto fica mais correto. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
290 casos verdes no Firebase. Cobertura com o id em 281 de 420 (66%). Entram 30 casos de paridade de fluxo — criação, regras, convite, papel, saída e ciclo de vida — com o id de origem preservado. CV-4-01: quem saía do bolão continuava no ranking No NestJS o ranking era somado na leitura a partir de quem estava ativo, então sair tirava a pessoa da lista na hora. No Firestore ele é agregado materializado, e a classificação só era reescrita na apuração — quem saía continuava aparecendo até o próximo jogo terminar, que pode ser semana que vem ou nunca, porque bolão encerrado não tem próximo jogo. Eram dois defeitos empilhados, e o segundo é o que dá o susto: a mudança de vínculo não disparava recálculo, e o recálculo não apagava a linha de quem saiu — ele reescrevia a de cada ativo, e o que não é reescrito fica. Agregado materializado só está correto quando alguém cuida do que sobra. É o tipo de coisa que a migração introduz sem avisar: a regra não mudou, o lugar mudou, e o lugar novo tem uma propriedade que o antigo não tinha — memória. Duas armadilhas de cenário viraram regra do arquivo Convidar depois do apito é recusado, corretamente. Então bolão com jogo já começado e convidado dentro precisa ser montado na ordem da vida real: entra todo mundo, e depois o jogo começa. E cada caso ganhou o seu próprio campeonato, porque o calendário é global e sobrevive ao bolão — a mesma lição de 07/08, agora estrutural em vez de anotada. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
260 casos verdes no Firebase, 244 de widget. Cobertura em 57% de 420. CV-5 saiu de 1/10 e ganhou um caso que não existia O histórico não guarda campeão em lugar nenhum: ele compõe o índice do usuário com a classificação de cada bolão encerrado, na leitura. A consequência apareceu ao portar e virou CV-5-11 — correção de placar depois do encerramento muda quem aparece como campeão na lista de bolões passados. É CV-1-07 vivendo no histórico. Boa parte do avanço foi etiquetar teste que já existia e passava PP-3 (contagem de prazo), PP-4 (rascunho), AC-1 (tela de cadastro) e AC-3 (cold start) tinham caso verde sem o id no nome. Não é trabalho de fachada: sem o id ninguém consegue dizer se o caso do plano está coberto ou se o teste que existe é sobre outra coisa — e a resposta muda a decisão de desligar o NestJS. O que sobreviveu à troca do Auth virou caso de verdade: e-mail normalizado para minúsculas (senão "Ana@x" e "ana@x" viram duas contas e a segunda parece ter perdido o histórico), e-mail malformado recusado, conta apagada perdendo acesso. O resto do grupo AC é mecanismo que deixou de existir, já registrado no mapa. QA-4 continua sem nenhuma divergência de comportamento. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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- Aug 07, 2026
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Igor Matheus authored
247 casos verdes no Firebase, 244 de widget. A cobertura com o id vai de 188 para 211 de 420. As duas stories que o mapa acusou em zero não eram difíceis CV-2 (co-campeões) e PR-6 (recálculo por placar corrigido) estavam em 0/9 e 1/10 — e a maior parte do que faltava é regra pura, que se testa sem banco. Elas eram as que ninguém tinha olhado, que é exatamente o que o mapa existe para revelar. CV-2 ficou 7/9 (sobraram os dois casos de tela) e PR-6 fechou 10/10. Os casos mantêm o id de origem: CV-2-03 continua sendo CV-2-03. Dois deles cobrem o que mais dói na migração — correção de placar antes e depois do encerramento trocando o campeão, porque ele é derivado na leitura e nunca congelado. As duas decisões do dono, respondidas A email enumeration protection já estava ligada (é o padrão dos projetos novos), então o login nunca foi oráculo de enumeração neste projeto e AC-2-02 sai de bloqueado. O app já tratava os dois casos com a mesma mensagem. O Identity Platform foi ligado, e o mínimo de 8 caracteres de senha passa a ser aplicado pelo servidor. Nenhuma das duas é verificável no emulador: ele não aplica política de senha nem proteção de enumeração, de propósito, para o teste não depender de nuvem. Ficam registradas por configuração, com data, e conferidas em device. Um teste meu contava correções num jogo compartilhado entre casos e via as do vizinho — a trilha vive no jogo, que é global e sobrevive ao bolão. QA-4 segue sem nenhuma divergência registrada: o que apareceu até aqui foi mudança de mecanismo (rule em vez de service) ou defeito do próprio teste, nunca comportamento diferente do produto. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
228 casos verdes no Firebase (16 arquivos). Entram 34 casos de paridade com o id de origem preservado e a medição de custo. O mapa é script, não tabela docs/cobertura.py varre os planos da fase 1 e diz onde cada caso é verificado hoje. Existe como script porque o risco escrito na própria story é "é a story mais fácil de fingir que foi feita", e tabela escrita à mão envelhece em silêncio. O critério é rigoroso de propósito: só conta como verificado quando o id aparece num teste da stack nova. Resultado honesto: 188 de 420 (44%). Os 231 restantes não são um bloco só, e tratá-los como um seria o erro que a story avisa: casos de tela cujo teste existe e passa mas não cita o id; casos cujo mecanismo deixou de existir (rotação de refresh, rate limit de login, "não há recuperação de senha") — reescritos e registrados um a um no mapa, nunca descartados em silêncio; e o grupo que falta reexecutar, onde CV-2 e PP-8 estão em zero. 34 casos reexecutados com o id original PP-7-05 continua sendo PP-7-05. Foi escolhido primeiro o grupo de sigilo, prazo, papel e autorização — o que sumiria primeiro se "os testes passam" bastasse como prova. Onde o meio mudou, o caso diz qual é: no NestJS recusava um if num service, aqui recusa o banco ou a callable. Para quem chama a API direto a diferença é grande — não existe mais resposta para filtrar. Custo medido, não estimado Contador em volta do Firestore, rodando os fluxos de verdade. O ranking geral custa 50 leituras para uma página de 50 num bolão de 60: uma por linha, não por participante nem por palpite. Somar na leitura seria 60 x 10 x 38 documentos por abertura de tela. Um bolão de 60 pessoas gasta ~5.150 leituras por rodada, com folga de 10x no free tier. Dois testes meus dependiam de banco recém-criado: contavam avisos e participantes em bolão de id fixo, e o emulador que fica de pé para o teste em device acumula a execução anterior. Passaram a criar bolão e participante novos a cada rodada. Seguem travando a paridade de AC-2 as duas decisões do dono: email enumeration protection e Identity Platform. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
244 testes de widget passando sem mudança de asserção, mais 4 casos em device contra os emuladores e a fonte oficial de verdade. Falta só FE-6 (remover o ApiClient), que espera MG-8. A troca não vazou para a apresentação, e dá para provar O que mudou nos 235 testes de widget foi uma palavra por arquivo: o falso passou a estender XRepositoryHttp em vez de XRepository, porque o nome de sempre virou contrato com duas implementações. Nenhuma tela, nenhum estado, nenhuma mensagem. O que sustentou isso foi manter os modelos intactos — eles são o formato que a tela conhece, e é por isso que MG-2 gravou os campos em inglês. Um dono só para o offline A story avisava que o cache muda de dono. O Firestore tem persistência local, mas responde dado antigo sem dizer que é antigo; o CacheLocal grava a idade e a mostra. Persistência do Firestore desligada: ter os dois seria ter duas respostas para a mesma pergunta, uma sem rótulo. O relógio virou desvio, não instante: a hora do servidor vem de uma callable uma vez por sessão, descontando meia viagem de rede. Falhar não derruba nada — sem medida a contagem cai no aparelho, e quem recusa continua sendo a rule. Quatro coisas que só o device mostrou Os 188 casos do servidor e os 244 de widget passavam com tudo isto quebrado: cleartext HTTP bloqueado pelo Android desde a API 28 (liberado só na variante de debug, e só para o emulador — abrir isso em release trocaria um problema de desenvolvimento por um furo de verdade); o SDK Android validando o formato da chave de API antes de qualquer chamada, com 40 caracteres em vez de 39; quem se cadastrava como "Bruno" virando "bruno1786151672" no bolão, porque o gatilho de perfil dispara antes de o displayName existir; e a tela do extrato quebrando em vez de mostrar erro quando a falha não era ApiError. E dois defeitos do meu próprio teste em device: ele herdava a sessão da execução anterior (o Firebase persiste o login), e o caso do apito se auto-pulava quando não sobrava jogo começado — caso que pula sozinho não protege nada. A cota da fonte aparece ao rodar em série: repetir o arquivo no mesmo minuto faz a criação de bolão falhar, e isso é o adaptador recusando antes de gastar as 10 requisições por minuto, que é o comportamento de PP-10. Registrado para MG-8: o Firestore não tem offset, então a paginação do ranking lê do começo e descarta — aceitável com dezenas de participantes, e trocar o contrato da tela por cursor é outra story. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
188 casos verdes em 14 arquivos. Entraram regras, ciclo de vida, correção manual, extrato e ranking da rodada — que fecham junto as tasks BE-4, BE-5 e BE-6 de MG-5. No app entrou só a configuração: SDKs do Firebase e apontamento por --dart-define, com o emulador em opt-in (esquecer o define num build de release tem de cair no ambiente de verdade, não num emulador que não existe no aparelho de ninguém). Um furo do CC-3 que só apareceu ao ligar o app A rule de MG-2 deixava o admin escrever direto no documento do bolão, e o caso MG-2-07 afirmava isso como correto. Rule não consegue olhar se já existe palpite no bolão — ou seja, dava para trocar a tabela de pontos depois do primeiro palpite, que é exatamente o que a trava existe para impedir. Bastaria esperar os palpites e ajustar a pontuação para o que o palpite do admin acerta; o sigilo de PP-7 não cobre isso. A escrita direta no bolão passou a ser negada por inteiro e o MG-2-07 inverteu. Vale igual para closedAt e archivedAt: encerrar exige não haver jogo pendente, e encerramento antecipado precisa ficar marcado como tal. O que não foi portado, e por quê O encerramento antecipado do NestJS empurrava o kickoffAt dos jogos abertos para fechar o prazo. Aqui isso seria defeito: o jogo é global e o horário dele vale para todos os bolões do campeonato. A rule do palpite já recusa bolão encerrado. A consolidação do aviso virou fusão PR-7 pede aviso consolidado, e no NestJS isso era um coletor em memória da sincronização. Esse coletor não existe em Functions: cada jogo corrigido é uma invocação separada, possivelmente em outra máquina. Aviso de correção não lido e recente do mesmo bolão passa a receber o jogo novo em vez de virar outro. A correção manual também deixou de devolver quantos avisos saíram — quem apura é gatilho, e esperar por ele seria segurar o admin numa tela por um número. Ela devolve quantos palpites serão reapurados. Três testes meus, três defeitos meus, nenhum do produto: MG-7-62 esperava pela categoria do efeito (existe aviso) e não pelo efeito, e Ana já tinha um aviso antigo; MG-7-63 esperava pelo ponto para depois exigir fusão, mas o ponto é escrito antes do aviso, então o teste criava a corrida que denunciava; MG-7-64 testava cenário impossível, porque em bolão pequeno toda correção mexe na posição de todo mundo. E um quarto, de vizinhança: o calendário é global, então dois arquivos de teste na mesma rodada de BSA disputavam os mesmos jogos — cada um passou a ter o seu código de campeonato. Falta a camada de dados do app (FE-1, FE-2, FE-4 a FE-6) e a verificação em device. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
158 casos verdes em 12 arquivos. 26 novos, cobrindo criação, convite, entrada, saída e papel. A lacuna apareceu ao ligar o app MG-2 modelou as coleções e escreveu as rules que protegem cada uma. MG-3 fechou o palpite, MG-5 apura, MG-6 sincroniza. Faltava o óbvio: ninguém tinha escrito quem escreve. Não havia como criar bolão, gerar convite, entrar por ele, sair ou trocar de papel. Não é falha de nenhuma story — é a costura entre elas, e apareceu na primeira vez que alguém tentou usar o modelo para alguma coisa. As tasks entraram como BE-1 a BE-4 desta story. Callable para participação, escrita direta para palpite Cada operação de participação escreve em mais de um lugar de uma vez (bolão + vínculo + índice) e depende de dado que o cliente não pode ver: o hash do convite, os jogos da fonte oficial. Rule não faz transação nem busca na internet. O palpite ficou de fora de propósito: é o caminho quente, e Function no meio somaria cold start ao momento em que todo mundo palpita junto. O índice da tela inicial virou gatilho Entrada, saída, papel, encerramento e arquivamento são cinco portas para o mesmo estado. Se cada callable tivesse de lembrar de atualizar o índice, a primeira que esquecesse sumiria com o bolão da tela inicial de alguém — sem erro, e só reclamando é que se descobre. A contagem de ativos é recontada, não incrementada: increment erra em silêncio quando o gatilho roda duas vezes, e o Firestore garante at-least-once. MG-7-21 mudou de alvo ao ser escrito Ele ia verificar "o último admin não sai antes de promover outro" e não há como montar o cenário: o criador é admin permanente, não sai, não é removido e não é rebaixado, então sempre sobra um. O caso ficou registrando que a guarda é rede, e não caminho. Integridade que o Postgres dava de graça: o calendário é global, então criar bolão escreve só o jogo que falta (sobrescrever apagaria o placar da sincronização e a apuração de outro bolão); e a entrada fecha no início do primeiro jogo recalculado a cada checagem, porque jogo adiado muda o horário e um valor congelado manteria a entrada fechada por um jogo que não vai mais acontecer. FE-1 a FE-6 e QA-2 seguem abertas: a camada de dados do app. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
132 casos verdes em 11 arquivos. O adaptador da fonte real veio portado com os seus 13 casos, sem alterar nenhum: cota de 10 req/min, cache de 5 min, payload malformado, timeout, 403 e 429. A trava em processo deixou de existir O defeito de 07/08 (PP-10-11) foi resolvido no NestJS com um Map em memória. Em Functions isso não vale: cada invocação é um processo novo e duas podem estar em máquinas diferentes. A trava virou documento tomado em transação — o único jeito de duas máquinas concordarem sobre quem chegou primeiro — com validade, porque Function que morre no meio deixaria o lock preso e a sincronização pararia em silêncio, que é o modo de falha que esta story existe para eliminar. Meu teste afirmava o mecanismo quando o que importa é o invariante Ele exigia "uma das duas é ignorada" e falhou: com a fonte instantânea, a primeira termina e solta o lock antes de a segunda tentar de novo, então as duas rodam em sequência — e isso é legítimo, a segunda lê o estado novo e não acha nada para mudar. Ficaram os dois casos: o invariante (uma alteração de placar no total) e o mecanismo (com fonte lenta, sobreposição real, a segunda é ignorada). Acoplamento que o teste expôs: sincronizar() dependia do app global do Admin SDK. A instância do Firestore passou a entrar por parâmetro. Decisão registrada: a sincronização não apura. Escreve o jogo, e os gatilhos de MG-5 e MG-3 reagem. Se ela apurasse, existiriam dois caminhos para a mesma regra e um envelheceria — e a correção manual do admin, que entra pela mesma porta, teria comportamento diferente. BE-3 (lembrete) e BE-4 (push) seguem abertas, e com elas FE-* e OPS-*: push depende de app registrado no projeto real, que é MG-7. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
110 casos verdes em 9 arquivos. A regra de pontuação e a de classificação foram PORTADAS do NestJS, não reescritas — as duas já eram funções puras, com 33 casos cobrindo faixa de saldo, critério exibido e posição compartilhada, e vieram com os mesmos IDs (PR-1-*, PR-5-*). Reescrever "melhor" durante a migração seria trocar regra verificada por regra nova sem ninguém pedir, e a forma de descobrir o erro seria o primeiro bolão real. Com o porte, caso que muda de resultado é defeito de migração. Preservadas com o comentário que explica por quê: empate sem faixa de saldo (1x1 num 4x4 vale 3), critério de desempate olhado para os dois lados (quem está na frente também precisa da explicação) e campeão precisa ter pontuado. Um defeito no produto e um no teste, na mesma falha - Produto: o gatilho dispara em toda escrita do jogo, inclusive o sourceUpdatedAt que a sincronização grava sem mudança — e reapurava o bolão inteiro a cada uma. Não errava o resultado; jogava leitura e escrita fora, no serviço em que custo é por operação e o free tier é requisito. Agora compara resultado antes/depois e sai fora se nada mudou, o que também é a proteção de at-least-once. - Teste: minha condição de espera ("existem 4 linhas de classificação") já era satisfeita pela passada anterior à apuração, então o teste lia zero e acusava o produto. Segunda vez nesta migração que espera mal escolhida faz teste de integração parecer defeito de regra. Decisão registrada: classificação recalculada do zero, não por delta. Mais escrita, e mantém o agregado derivável — delta acumulado erra em silêncio até alguém comparar com o extrato. BE-4 (extrato), BE-5 (correção manual) e BE-6 (aviso consolidado) seguem abertas: dependem de rota chamável pelo app, assunto de MG-7. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
Perfil criado por gatilho do Auth, não pelo app: se dependesse do app, uma falha de rede logo depois do cadastro deixaria a pessoa sem nome no ranking. Conta sem displayName cai para o trecho antes do @ — gravar vazio deixaria uma linha de ranking que ninguém identifica. Sondei o Auth em vez de assumir, e o resultado muda o que falta fazer -
🔴 O Auth DISTINGUE senha errada de e-mail inexistente (auth/wrong-password vs auth/user-not-found). Isso quebra AC-2-02, que existe para o login não virar oráculo de enumeração: com respostas diferentes dá para descobrir quem tem conta testando e-mails. A correção é configuração (email enumeration protection) e NÃO é verificável em emulador — o emulador não implementa. Virou a primeira coisa da lista de MG-8 e pergunta aberta no PRD. - O mínimo de senha do Auth é 6, não 8. O app valida 8 antes de chamar, mas quem falar direto com a API cria com 6. Fechar exige Identity Platform ou blocking function — upgrade de plano, decisão do dono. Registrado com o número real. - Rate limit não é verificável aqui: o emulador não aplica. AC-2-03/AC-2-04 passam a depender do comportamento em produção, para ser medido. Dois defeitos meus, nos testes - Teste que dependia de outro teste: MG-4-04 usava a conta de MG-4-01 e passava só com a suíte inteira, na ordem. Rodado isolado passava por engano — e isolado é justamente como se investiga falha. Virou auto-contido. - Asserção por mensagem em inglês (/already exists/ contra "already in use"). Trocada pelo código do erro: texto do fornecedor muda sem avisar, código não. FE-1 a FE-3 e BE-3 seguem abertas: trocar o login para o SDK mexe na camada de dados do app (assunto de MG-7) e o e-mail de recuperação exige o projeto real. Marcar agora seria dizer que o participante já entra pelo Firebase. Premissa registrada: AC-4 volta do cancelamento, porque o Auth dá recuperação de senha de graça. Se a decisão for o contrário, é texto de tela e estado de story. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
34 casos verdes (26 de security rule, 8 de integração com a Function), suíte de 66. São as duas regras que, quebradas, corrompem o bolão — e as duas deixaram de ser código de aplicação. Descoberta que muda o app: rules não são filtros MG-3-07 falhou com "Property userId is undefined on object. for 'list'", que parecia bug de rule e não era. Numa consulta, a rule é avaliada contra a consulta: o `where` precisa provar o acesso. Filtrar palpites só por matchId deixa userId e matchFinished indefinidos para o avaliador, e ele recusa — mesmo que todos os documentos devolvidos fossem legíveis. Consequência concreta para MG-7: a tela de "palpites de todos" precisa consultar matchId == X E matchFinished == true. O caso ficou com as duas metades (sem o filtro falha, com ele passa) para a exigência não se perder. O risco do sigilo mudou de lugar, e os testes seguem ele No NestJS era filtro em consulta: código certo, regra válida sempre. Aqui é um campo que alguém precisa virar, e esse alguém é uma Function. Então os casos testam a transição: o apito não libera, FINISHED sem placar não libera, e MG-3-30 verifica a Function não rodando — palpite fica secreto a mais, nunca exposto antes. O inverso não tem como acontecer: só a Function escreve o campo. Defeito no teste, não no produto: os dois casos negativos falharam por timeout do Jest (esperar 5s com limite de 5s). Caso negativo com orçamento de tempo errado parece defeito de regra, e o reflexo de mexer na regra é forte. Limite registrado: o índice de grupo em palpites.matchId está declarado e não verificado — o emulador não exige índice e a Function de sigilo depende dele. Verificação obrigatória em MG-8. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
28 casos de security rule verdes. A autorização deixa de ser código de aplicação e passa a ser regra do banco: quem não participa não lê, quem saiu perde o acesso na hora, participante não se promove, e `createdBy` é imutável — que é o que sustenta "criador é admin permanente" (CC-8) por um caminho que nenhum teste de CC-8 cobria. O schema vive em functions/src/modelo.ts: o Firestore não tem schema, então esse arquivo é o contrato que as rules assumem. Rule que consulta `role` e documento que grava `papel` é furo de autorização silencioso. Duas correções de desenho, as duas achadas por teste que falhou - "Meus bolões" não pode ser consulta de grupo em `membros`. Falhou duas vezes e cada falha ensinou: primeiro que consulta de grupo não é avaliada pelo match aninhado (caiu no deny genérico), depois que no `list` o {uid} do caminho não é vinculado e a rule não inspeciona o `where` — não há como provar que a pessoa pediu só o que é dela. Virou índice sob o próprio usuário, com o resumo dentro: uma leitura, rule sem get(). O spike foi corrigido. - O displayName mudou de lugar por causa do sigilo: ler o perfil de cada participante seria leitura extra e furaria a regra de não ler perfil alheio. 18 dos 28 casos verificam recusa, de propósito: no NestJS negar era uma linha de service com e2e; aqui é a ausência de uma cláusula em rule — e ausência não aparece lendo o arquivo, só falhando um teste. Limite registrado: o emulador não exige índice composto, então consulta que precisaria de um passa aqui e falha em produção. Entra como verificação obrigatória de MG-8 contra o projeto real. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
O dono habilitou o Blaze e autorizou publicar a função trivial `saude` da MG-1 para exercitar o caminho inteiro antes de a MG-6 depender dele. Funcionou — o que prova o Blaze, já que Functions não sobem no Spark — e respondeu 200 em 0,5s. O deploy pegou dois problemas que nenhum teste local pegaria: - A Function foi para us-central1 com o Firestore em southamerica-east1. É o padrão do Firebase e ninguém notaria: no emulador tudo é localhost. Em produção, cada leitura da apuração e da sincronização cruzaria o continente, nas duas operações que fazem mais leituras. Fixada a região em setGlobalOptions; a função de Iowa foi removida (confirma 404). - Nenhuma política de limpeza no Artifact Registry: cada deploy acumula uma imagem, para sempre. Fatura crescendo em silêncio é o oposto da restrição de custo. Configurada limpeza de imagens com mais de 3 dias, nas duas regiões. Também ligados delete protection e point-in-time recovery no Firestore (retenção de 1h para 7 dias), com o banco ainda vazio — o momento mais barato. Custo residual honesto: centavos de dólar por mês de armazenamento das imagens dentro da janela de 3 dias. Não é zero. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
O dono trocou a conta do Firebase (igorengcomp12@gmail.com) e criou o projeto definitivo. O bolao-raro-ad0fc da conta corporativa foi abandonado antes de receber qualquer dado. Estado verificado: Firestore já provisionado em modo nativo na região southamerica-east1 — irreversível, e é a certa para um bolão do Brasileirão, onde o momento crítico é o minuto antes do apito. Registrado no spike o que precisa de atenção antes de existir dado que importe: delete protection e point-in-time recovery vêm desligados, e o projeto está numa conta pessoal em vez da corporativa — titularidade fica com a pessoa, não com a empresa. O default do .firebaserc continua demo-bolao; o real entra como alias `raro`. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
bolao-raro-ad0fc entra no .firebaserc como alias `raro`. O `default` continua sendo demo-bolao, para comando esquecido sem --project cair no emulador em vez de produção. Estado verificado do projeto real: nenhum app registrado, Firestore não provisionado (API desabilitada), Auth sem configuração. Projeto limpo — e provisionar o Firestore exige escolher região, que é irreversível, então não foi feito sem confirmação. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
bolao-firebase/ com firebase-tools 15.26.0 pinado como devDependency — global não é reprodutível para quem clona. Firestore, Auth e Functions em emulador, portas fixas, e 4 testes de security rule provando que as rules começam fechadas. Duas travas de propósito - Projeto `demo-bolao`: o Firebase trata prefixo `demo-` como demonstração e o SDK nunca fala com serviço real. Apontar para projeto de verdade exige PERMITIR_PROJETO_REAL=true. - Rules `if false` na largada. Participação entra em MG-2, sigilo e prazo em MG-3. Abrir primeiro e fechar depois é como vazamento chega em produção. Dois defeitos encontrados no próprio script, os dois no caminho de erro - `command -v java` mente no macOS: existe um stub em /usr/bin/java que satisfaz a checagem e falha ao executar. O teste passou a ser rodar `java -version` — presença de binário não é funcionamento. - Sem JDK algum, o script morria com "unbound variable" (array vazio sob set -u) em vez de mostrar a instrução. Foi para poder testar esse caminho que a lista de candidatos virou JDK_CANDIDATOS sobrescrevível. Confirmado: nada aqui exigiu plano Blaze. O cartão só entra no deploy. MG-1 fechada, 8/8 tasks, plano e execução em docs/testes/MG-1-*.md. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
Decisão do dono em 07/08: Firestore + Cloud Functions, migrando antes de desligar — as duas implementações coexistem até os 234 casos e2e passarem na nova. Spike de arquitetura (docs/spikes/backend-firebase.md) - Dimensiona o que sai: 38 rotas, 17 services, 12 tabelas, 3 jobs, 5.139 linhas. O caro não é o código, são os 234 e2e que provam que prazo, sigilo e apuração valem. - Resolve o problema central: security rules não filtram resultado de query, então o sigilo do palpite passa a ser flag desnormalizada virada por Function no fim do jogo. O risco muda de "a consulta vaza" para "a Function não rodou". - Descoberta que muda o sequenciamento: o Emulator Suite roda local sem cartão, então MG-1 a MG-8 não dependem de decisão financeira. Blaze só para publicar. - Mapa das 12 tabelas para coleções, com o ranking materializado — somar pontos na leitura estouraria o free tier. PRD e 9 stories (73 tasks), na ordem do risco e não da facilidade: emuladores, modelo e rules, sigilo e prazo, Auth com recuperação de senha, apuração, jobs no Scheduler, app, paridade verificada, e só então o corte do NestJS. Efeitos colaterais registrados: MG-4 faz AC-4 voltar do cancelamento (o Auth dá recuperação de senha de graça) e MG-6 fecha PP-10 OPS-1 e as 4 tasks de PP-8 presas ao FCM. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
O arquivo era o template do GitLab explicando como subir arquivos. Trocado por uma porta de entrada real: as três partes do monorepo, as seis regras de domínio que quebram a competição se forem violadas (prazo pelo servidor, sigilo até o fim do jogo, empate sem faixa de saldo, campeão nunca congelado, saída definitiva, tudo adiado) e onde ler o processo. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
Produto completo de bolão de futebol, construído do PRD ao device: 35 das 38 stories fechadas, 312 de 318 tasks, três PRDs concluídos (Identificação e acesso, Criação e convite, Ciclo de vida do bolão). Backend (NestJS 11 + Prisma 7 + Postgres) - Palpite com prazo decidido pelo relógio do servidor, sigilo até o fim do jogo, apuração 10/5/3 lida da configuração do bolão, ranking com desempate por critério configurável, extrato explicando cada ponto. - Ciclo de vida: encerramento normal e antecipado, campeão derivado na leitura (nunca congelado), arquivamento reversível, recriação de temporada herdando regras e galera. - Fonte oficial de calendário e placar via porta `FonteDeDados`: adaptador falso para desenvolvimento e `FootballDataAdapter` (football-data.org v4) para produção. O limite de 10 req/min desenhou o adaptador — uma requisição por temporada, cache de 5 min, cota recusada antes de ser gasta. - 71 testes de unidade e 216 e2e, em banco próprio (`bolao_test`). App (Flutter + Riverpod sem codegen) - Palpite offline com rascunho local e fila de envio, contagem de prazo pelo horário do servidor, ranking e extrato, convite por link e por código, administração de participantes. - 235 testes de widget e unidade; identidade visual da Raro (#615FF6) com os contrastes medidos e travados por teste. Documentação (docs/) - 5 PRDs, 38 stories com tasks por disciplina, 27 planos de caso de teste com execução registrada, e `CONTROLE.md` como fonte única de progresso — verificado por `docs/validar.sh`. As 6 tasks abertas dependem de credencial do FCM e de hospedagem que não hiberne, não de código. Co-Authored-By:Claude Opus 5 (1M context) <noreply@anthropic.com>
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Igor Matheus authored
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